{"id":8303,"date":"2020-07-21T01:44:51","date_gmt":"2020-07-21T01:44:51","guid":{"rendered":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/"},"modified":"2020-07-21T01:44:51","modified_gmt":"2020-07-21T01:44:51","slug":"neurociencia-da-felicidade-rick-hanson","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/","title":{"rendered":"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Rick Hanson<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cultive o que \u00e9 bom<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando estava na escola, eu era sempre um ou dois anos mais novo que as outras crian\u00e7as de minha turma, um garoto de \u00f3culos, t\u00edmido, magricela e caxias. N\u00e3o aconteceu nada terr\u00edvel comigo, mas parecia que eu estava olhando as outras pessoas atrav\u00e9s de uma parede de vidro: eu era um estranho, um sujeito desprezado, indesejado, humilhado.\u00a0 Embora meus problemas fossem pequenos se comparados aos de muita gente, todos n\u00f3s temos a necessidade natural de nos sentirmos notados e valorizados, especialmente as crian\u00e7as. Quando essas necessidades n\u00e3o s\u00e3o atendidas, \u00e9 como se voc\u00ea estivesse vivendo \u00e0 base de uma sopinha rala: sobrevive, mas n\u00e3o se sente plenamente alimentado. Eu sentia como se houvesse um espa\u00e7o vazio dentro de mim, um buraco no cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, quando cheguei \u00e0 universidade, deparei-me com algo que me pareceu admir\u00e1vel \u00e0 \u00e9poca e que ainda hoje considero admir\u00e1vel. De repente algo banal acontecia. Podia ser o convite de uns caras para comer pizza ou uma jovem que sorria para mim. Nada de mais. Mas eu percebi que se permitisse que aquele acontecimento bom se tornasse uma experi\u00eancia boa, n\u00e3o apenas uma ideia boa, e o acolhesse pelo menos enquanto parava um pouco para respirar, sem rejeit\u00e1-lo nem mudar rapidamente o foco de minha aten\u00e7\u00e3o, parecia que algo de bom penetrava em mim e se tornava parte do meu ser. Eu estava, na verdade, incorporando o que \u00e9 bom \u2013 doze segundos de cada vez. Era r\u00e1pido, f\u00e1cil e agrad\u00e1vel. E eu passei a me sentir melhor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No come\u00e7o, o buraco no meu cora\u00e7\u00e3o parecia t\u00e3o grande como uma piscina vazia. Mas ao incorporar cada dia algumas experi\u00eancias de inclus\u00e3o, de considera\u00e7\u00e3o e de aten\u00e7\u00e3o parecia que eu estava jogando alguns baldes de \u00e1gua na piscina.\u00a0 Dia ap\u00f3s dia, balde ap\u00f3s balde, m\u00eas ap\u00f3s m\u00eas, eu enchia gradativamente aquele buraco no meu cora\u00e7\u00e3o. Essa pr\u00e1tica me deu uma inje\u00e7\u00e3o de \u00e2nimo e fez com que eu me sentisse cada vez mais calmo, alegre e confiante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos anos depois, j\u00e1 formado em Psicologia, descobri por que essa pr\u00e1tica aparentemente insignificante tinha assumido tamanha import\u00e2ncia para mim. \u00c9 que eu estivera incorporando for\u00e7as interiores no meu c\u00e9rebro, na minha mente e na minha vida \u2013 que \u00e9 o que eu quero dizer com \u201cfelicidade interiorizada\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>For\u00e7as interiores<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 peguei muita carona, e frequentemente tinha de contar com o que trazia na mochila. For\u00e7as interiores s\u00e3o os suprimentos que voc\u00ea leva na mochila enquanto percorre a tortuosa e muitas vezes dif\u00edcil estrada da vida. Entre eles est\u00e3o a atitude positiva, o bom-senso, a paz interior, a determina\u00e7\u00e3o e um cora\u00e7\u00e3o generoso. Os pesquisadores tamb\u00e9m identificaram outras for\u00e7as[i] como autocompaix\u00e3o, dedica\u00e7\u00e3o absoluta, intelig\u00eancia emocional, otimismo esclarecido, rea\u00e7\u00e3o tranquila, autoestima, resist\u00eancia ao infort\u00fanio, autoregula\u00e7\u00e3o, resili\u00eancia e fun\u00e7\u00f5es executivas. Estou empregando a palavra for\u00e7a de maneira ampla, incluindo sentimentos positivos como calma, contentamento e afei\u00e7\u00e3o, bem como habilidades, perspectivas e disposi\u00e7\u00f5es \u00fateis e atributos corporais como vitalidade ou relaxamento. Diferentemente dos estados mentais passageiros, as for\u00e7as interiores s\u00e3o tra\u00e7os est\u00e1veis, uma fonte permanente de bem-estar, de a\u00e7\u00f5es inteligentes e eficazes e de contribui\u00e7\u00f5es para os outros. \u00c0 primeira vista, o conceito de for\u00e7as interiores pode parecer abstrato. Vamos aproxim\u00e1-lo da vida real por meio de alguns exemplos concretos. O despertador toca e voc\u00ea preferiria continuar cochilando \u2013 at\u00e9 que toma a decis\u00e3o de se levantar. Digamos que seus filhos pequenos est\u00e3o brigando e que isso o deixa contrariado \u2013 ent\u00e3o, em vez de gritar, voc\u00ea entra em contato com aquele lugar dentro de voc\u00ea que \u00e9 firme, mas n\u00e3o raivoso. Voc\u00ea est\u00e1 envergonhado por ter cometido um erro no trabalho \u2013 ent\u00e3o lembra como se sentiu valorizado com realiza\u00e7\u00f5es passadas. A correria da vida o deixa estressado \u2013 ent\u00e3o voc\u00ea descobre uma agrad\u00e1vel tranquilidade inspirando e expirando longamente. Voc\u00ea est\u00e1 triste por n\u00e3o ter um parceiro \u2013 ent\u00e3o pensa nos amigos e isso o consola um pouco. Durante todo o dia, outras for\u00e7as interiores como senso de propor\u00e7\u00e3o, f\u00e9 e autoconsci\u00eancia est\u00e3o agindo automaticamente na parte de tr\u00e1s da mente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um conceito bem conhecido na medicina[ii] e na psicologia \u00e9 que o modo como voc\u00ea sente e age \u2013 tanto ao longo da vida como em rela\u00e7\u00f5es e situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas \u2013 \u00e9 determinado por tr\u00eas fatores: os desafios que voc\u00ea enfrenta, as vulnerabilidades que esses desafios p\u00f5em em destaque e as for\u00e7as de que voc\u00ea disp\u00f5e para enfrentar os desafios e proteger as vulnerabilidades. Por exemplo, o desafio representado por um chefe cr\u00edtico seria intensificado pela vulnerabilidade da pessoa \u00e0 ansiedade, mas ela poderia lidar com isso recorrendo \u00e0s for\u00e7as interiores do autorelaxamento e da sensa\u00e7\u00e3o de ser respeitada pelos outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos n\u00f3s temos vulnerabilidades. Pessoalmente, gostaria de n\u00e3o ficar preocupado nem de me criticar com tanta facilidade. E os desafios da vida n\u00e3o t\u00eam fim, da chatice de uma liga\u00e7\u00e3o de celular que cai \u00e0 velhice, \u00e0s doen\u00e7as e a morte. Voc\u00ea precisa encontrar for\u00e7as para lidar com os desafios e as vulnerabilidades; e, \u00e0 medida que eles crescem, suas for\u00e7as tamb\u00e9m t\u00eam de crescer para que voc\u00ea possa dar conta deles. Se voc\u00ea quiser se sentir menos estressado, ansioso, frustrado, irritadi\u00e7o, deprimido, decepcionado, solit\u00e1rio, culpado, magoado ou inadequado, as for\u00e7as interiores ir\u00e3o ajud\u00e1-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Elas s\u00e3o fundamentais para uma vida feliz, produtiva e amorosa. Por exemplo, pesquisas feitas unicamente sobre uma dessas for\u00e7as \u2013 os sentimentos positivos[iii] &#8211; mostram que eles reduzem a reatividade e o estresse, ajudam a curar feridas psicol\u00f3gicas e aumentam a resili\u00eancia, o bem-estar e a alegria de viver. Sentimentos positivos estimulam[iv] a busca de oportunidades, criam ciclos positivos e promovem o sucesso. Eles tamb\u00e9m fortalecem o sistema imunol\u00f3gico[v], protegem o cora\u00e7\u00e3o e favorecem uma vida mais saud\u00e1vel e duradoura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na m\u00e9dia, cerca de um ter\u00e7o[vi] das for\u00e7as da pessoa s\u00e3o inatas, estando integradas \u00e0 \u00edndole, aos talentos, ao humor e \u00e0 personalidade geneticamente determinados. Os outros dois ter\u00e7os s\u00e3o desenvolvidos ao longo do tempo. Voc\u00ea as adquire cultivando-as. Para mim, essa \u00e9 uma not\u00edcia maravilhosa, pois significa que podemos desenvolver a felicidade e outras for\u00e7as interiores que favorecem a realiza\u00e7\u00e3o, o amor, a produtividade, a sabedoria e a paz interior. Descobrir \u00a0como cultivar essas for\u00e7as dentro de si pode ser a coisa mais importante que voc\u00ea jamais aprender\u00e1. \u00c9 disso que trata este livro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No Jardim<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagine que sua mente seja como um jardim. Voc\u00ea pode simplesmente aceit\u00e1-la, contemplar as ervas daninhas e as flores sem julgar nem mudar nada. Ou pode arrancar as ervas daninhas, reduzindo assim o que \u00e9 negativo em sua mente. Ou, ainda, pode cultivar flores, aumentando assim o que \u00e9 positivo em sua mente. (Veja o quadro no final deste artigo para entender o que eu quero dizer com positivo e negativo.). Fundamentalmente, voc\u00ea pode administrar sua mente de tr\u00eas maneiras b\u00e1sicas[vii]: n\u00e3o interferindo, desapegando-se e deixando entrar. Este livro trata da terceira via, o desenvolvimento das for\u00e7as interiores: cultivar flores no jardim da mente. Para ajud\u00e1-lo de forma mais eficaz, gostaria de relacion\u00e1-la \u00e0s duas outras maneiras de abordar a mente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Estar com a Mente<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deixar a mente ser o que \u00e9 e simplesmente observar a experi\u00eancia traz al\u00edvio e senso de perspectiva, como quando nos afastamos da tela do cinema e nos sentamos na vig\u00e9sima fila. Deixar o fluxo de consci\u00eancia seguir seu curso vai ajud\u00e1-lo a parar de perseguir o que \u00e9 agrad\u00e1vel e lutar contra o que \u00e9 desagrad\u00e1vel. Voc\u00ea pode explorar sua experi\u00eancia tendo interesse e (espera-se) sendo compreensivo consigo mesmo e, quem sabe, entrar em contato com camadas mais male\u00e1veis, vulner\u00e1veis e, possivelmente, mais antigas da mente. \u00c0s vezes, diante de uma consci\u00eancia receptiva e n\u00e3o reativa, seus pensamentos e sentimentos negativos podem se dissolver como a n\u00e9voa da manh\u00e3 num dia ensolarado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Trabalhar com a Mente<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas s\u00f3 estar com a mente n\u00e3o basta.\u00a0 Voc\u00ea tamb\u00e9m precisa trabalhar com ela, tomando iniciativas inteligentes, arrancando as ervas daninhas e cultivando as flores. N\u00e3o \u00e9 simplesmente assistindo ao estresse, \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es, \u00e0 irritabilidade ou \u00e0 melancolia que eles ser\u00e3o automaticamente erradicados. Como veremos no pr\u00f3ximo cap\u00edtulo, a evolu\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro permitiu que ele aprendesse muito com as experi\u00eancias negativas; e, al\u00e9m disso, ele as armazena em estruturas neurais permanentes. Estar junto da mente tamb\u00e9m n\u00e3o faz crescer a gratid\u00e3o, o entusiasmo, a sinceridade, a criatividade nem in\u00fameras outras for\u00e7as interiores. Essas qualidades mentais est\u00e3o baseadas em estruturas neurais subjacentes que n\u00e3o ganham vida sozinhas. Al\u00e9m disso, para estar com sua mente de maneira plena voc\u00ea precisa induzi-la a alimentar for\u00e7as interiores como serenidade e insight que lhe permitam perceber todos os seus sentimentos e enfrentar suas tristezas \u00edntimas, mesmo quando for dif\u00edcil. Caso contr\u00e1rio, ao se expor \u00e0 experi\u00eancia, voc\u00ea pode ficar com a impress\u00e3o de estar abrindo as portas do inferno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ficar Atento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quer voc\u00ea esteja observando, se desapegando ou aceitando, esteja atento, o que significa simplesmente estar presente em cada momento. Em si mesma, a aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o passa de um testemunho; por\u00e9m, esse testemunho pode vir acompanhado de esfor\u00e7os efetivos e conscientes para cutucar a mente de uma forma ou de outra. Trabalhar com a mente n\u00e3o \u00e9 incompat\u00edvel com a aten\u00e7\u00e3o. Na verdade, voc\u00ea precisa trabalhar com a mente para desenvolver as for\u00e7as interiores da aten\u00e7\u00e3o. Fique atento tanto ao mundo exterior como ao mundo interior, tanto aos acontecimentos ao seu redor como ao modo como sente em rela\u00e7\u00e3o a eles. Aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 simplesmente autoconsci\u00eancia. Quando estou escalando uma montanha, fico extremamente atento ao companheiro ao qual estou preso por uma corda e que est\u00e1 cuidando de mim l\u00e1 embaixo!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma Sequ\u00eancia Natural<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando acontece alguma coisa dif\u00edcil ou desagrad\u00e1vel \u2013 por exemplo, quando cai uma tempestade no jardim -, as tr\u00eas maneiras de ocupar a mente oferecem uma sequ\u00eancia gradativa bastante \u00fatil. Em primeiro lugar, permane\u00e7a com sua experi\u00eancia. Observa-a e aceite-a tal como \u00e9, ainda que ela seja dolorosa. Em segundo lugar, quando se sentir bem \u2013 o que pode levar alguns segundo com uma preocupa\u00e7\u00e3o conhecida e meses ou anos com a perda de um ente querido -, comece a se desapegar de tudo o que seja negativo. Por exemplo, relaxe o corpo para diminuir a tens\u00e3o. Em terceiro lugar \u2013 uma vez mais, quando se sentir bem -, ap\u00f3s ter liberado uma parte ou a totalidade das coisas negativas, substitua-as por algo positivo. Por exemplo, voc\u00ea pode se lembrar da sensa\u00e7\u00e3o que \u00e9 estar com algu\u00e9m que o aprecia e ent\u00e3o reter essa experi\u00eancia durante dez ou vinte segundos. Al\u00e9m de se sentir bem no momento, essa terceira etapa trar\u00e1 benef\u00edcios permanentes, pois, quando incorpora experi\u00eancias positivas, voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 apenas cultivando flores em sua mente: est\u00e1 cultivando novos circuitos neurais em seu c\u00e9rebro. Est\u00e1 interiorizando a felicidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O QUE \u00c9 POSITIVO?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entendendo por <em>positivo e bom<\/em> o que leva \u00e0 felicidade e beneficia a pessoa e os outros. <em>Negativo<\/em> e mau significam o que leva ao sofrimento e ao infort\u00fanio. Estou sendo pragm\u00e1tico aqui, n\u00e3o moralista nem religioso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Experi\u00eancias positivas geralmente nos fazem sentir bem. Por\u00e9m, como algumas experi\u00eancias que nos fazem sentir mal t\u00eam consequ\u00eancias boas, vou me referir a elas como positivas. Por exemplo, a dor que sentimos na m\u00e3o quando a encostamos no forno quente, a ansiedade por n\u00e3o encontrar o filho no parque e o remorso que nos ajuda a ter um comportamento \u00e9tico nos fazem sentir mal no momento para que possamos nos sentir melhor depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De maneira semelhante, experi\u00eancias negativas geralmente nos fazem sentir mal. Por\u00e9m, como algumas experi\u00eancias que nos fazem sentir bem t\u00eam consequ\u00eancias m\u00e1s, vou cham\u00e1las de negativas. A sensa\u00e7\u00e3o de prazer depois da terceira cerveja ou a fofoca vingativa sobre algu\u00e9m que o enganou pode parecer algo momentaneamente agrad\u00e1vel, mas os custos superam os benef\u00edcios. Experi\u00eancias como essas nos fazem sentir bem no momento, mas pior depois.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte:<\/strong> Hanson, Rick. O C\u00e9rebro e a Felicidade: Como treinar sua mente para atrair serenidade, amor e autoconfian\u00e7a. S\u00e3o Paulo: Martin Fontes, 2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Notas:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[i] Stephen M. Southwick e Dennis S. Charney, \u201cThe Science of Resilience: Implications for the Prevention and Treatment of Depression\u201d, Science 338 (2012): 79-82.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[ii] Adaptei o modelo de \u201cestresse-di\u00e1tese\u201d que \u00e9 usado no tratamento da sa\u00fade e a pesquisa sobre o estresse e suas consequ\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[iii] Michael A. Cohn et al., \u201cHapiness Unpacked: Positive Emotions Increase Life Satisfaction by Building Resilience\u201d, Emotion 9 (2009): 361-368; Greg C. Feldman et al., \u201cResponses to Positive Affect: a Self-Report Measure of Rumination and Dampening\u201d, Cognitive Therapy and Research 32, No. 4 (2008): 507-525; Tugade e Fredrikson, \u201cRegulation of Positive Emotions: Emotion Regulation Strategies That Promote Resilience\u201d, Journal of Happiness Studies 8 (2007): 311-333.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[iv] Lyubomirsky et al., \u201cPursuing Happiness: the Architecture of Sustainable Change\u201d, Review of General Psychology 9, No. 2 (2005): 111-131.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[v] Ed Diener e Micaela Y. Chan, \u201cHappy People Live Longer: Subjective Well-Being Contributes to Health and Longevity\u201d, Applied Psychophysiology 3, No. 1 (2011): 1-43; Fredrikson et al., \u201cOpen Hearts Build Lives: Positive Emotions, Induced Through Loving-Kindness Meditation, Build Consequential Personal Resources\u201d, Journal of Personality and Social Psychology 95, No. 5 (2008): 1045-1062.; Y. Chida e A. Steptoe, \u201cPositive Psychological Well-Being and Mortality: a Quantitative Review of Prospective Observational Stdudies\u201d, Psychosomatic Medicine 70, No. 7 (2008): 741-756; S. Press-man e S. Cohen, \u201cDoes Positive Affect Influence Health?\u201d, Psychological Bulletin 131 (2005): 925-971.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[vi] Essa \u00e9 uma estimativa razo\u00e1vel. Para contextualizar, consulte os ensaios: Tena Vukasovic et al., \u201cGenetic Contribution to the Individual Differences in Subjective Well-Being: a Meta-Analysis\u201d, Journal for General Social Issues 21 (2012): 1-17; Southwick e Charney, \u201cThe Science of Resilience\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[vii] Existe uma quarta op\u00e7\u00e3o \u2013 transcender a mente -, na qual voc\u00ea se afasta inteiramente da estrutura mental e cerebral, conectando-se a algo divino, espiritual ou absoluto, se isso fizer sentido para voc\u00ea (para mim faz). Naturalmente, como por defini\u00e7\u00e3o essa n\u00e3o \u00e9 propriamente uma forma de administrar a mente, eu respeito essa possibilidade no livro, mas me mantenho dentro dos limites da estrutura do mundo real.<\/p>\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rick Hanson Cultive o que \u00e9 bom Quando estava na escola, eu era sempre um ou dois anos mais novo que as outras crian\u00e7as de &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson<\/span> Leia mais \u00bb<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8307,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"","site-content-layout":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[33,14,34],"class_list":["post-8303","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-ciencia-da-percepcao","tag-mindfulness","tag-programa-kindfulness"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.6.1 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE - Rick Hanson - Ci\u00eancia Contemplativa<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE - Rick Hanson - Ci\u00eancia Contemplativa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Rick Hanson Cultive o que \u00e9 bom Quando estava na escola, eu era sempre um ou dois anos mais novo que as outras crian\u00e7as de &hellip; CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson Leia mais \u00bb\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Ci\u00eancia Contemplativa\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-07-21T01:44:51+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"CienciaContemplativa\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"CienciaContemplativa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\"},\"author\":{\"name\":\"CienciaContemplativa\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/person\/5e027a517b89f2728c19310e08ce33b1\"},\"headline\":\"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson\",\"datePublished\":\"2020-07-21T01:44:51+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\"},\"wordCount\":2499,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"\",\"keywords\":[\"ci\u00eancia da percep\u00e7\u00e3o\",\"mindfulness\",\"programa kindfulness\"],\"articleSection\":[\"Artigos\"],\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\",\"url\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\",\"name\":\"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE - Rick Hanson - Ci\u00eancia Contemplativa\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"\",\"datePublished\":\"2020-07-21T01:44:51+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage\",\"url\":\"\",\"contentUrl\":\"\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#website\",\"url\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/\",\"name\":\"Ci\u00eancia Contemplativa\",\"description\":\"Instituto de Ci&ecirc;ncias Contemplativas do Brasil\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#organization\",\"name\":\"Ci\u00eancia Contemplativa\",\"url\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/logo-icc-180x180-1.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/logo-icc-180x180-1.png\",\"width\":178,\"height\":180,\"caption\":\"Ci\u00eancia Contemplativa\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/logo\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/person\/5e027a517b89f2728c19310e08ce33b1\",\"name\":\"CienciaContemplativa\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"CienciaContemplativa\"},\"url\":\"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/author\/cienciacontemplativa\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE - Rick Hanson - Ci\u00eancia Contemplativa","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE - Rick Hanson - Ci\u00eancia Contemplativa","og_description":"Rick Hanson Cultive o que \u00e9 bom Quando estava na escola, eu era sempre um ou dois anos mais novo que as outras crian\u00e7as de &hellip; CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson Leia mais \u00bb","og_url":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/","og_site_name":"Ci\u00eancia Contemplativa","article_published_time":"2020-07-21T01:44:51+00:00","author":"CienciaContemplativa","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"CienciaContemplativa","Tempo estimado de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/"},"author":{"name":"CienciaContemplativa","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/person\/5e027a517b89f2728c19310e08ce33b1"},"headline":"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson","datePublished":"2020-07-21T01:44:51+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/"},"wordCount":2499,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"","keywords":["ci\u00eancia da percep\u00e7\u00e3o","mindfulness","programa kindfulness"],"articleSection":["Artigos"],"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/","url":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/","name":"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE - Rick Hanson - Ci\u00eancia Contemplativa","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"","datePublished":"2020-07-21T01:44:51+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#primaryimage","url":"","contentUrl":""},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/2020\/07\/21\/neurociencia-da-felicidade-rick-hanson\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"CULTIVE O QUE \u00c9 BOM: A NEUROCI\u00caNCIA DA FELICIDADE &#8211; Rick Hanson"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#website","url":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/","name":"Ci\u00eancia Contemplativa","description":"Instituto de Ci&ecirc;ncias Contemplativas do Brasil","publisher":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#organization","name":"Ci\u00eancia Contemplativa","url":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/logo-icc-180x180-1.png","contentUrl":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/logo-icc-180x180-1.png","width":178,"height":180,"caption":"Ci\u00eancia Contemplativa"},"image":{"@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/#\/schema\/person\/5e027a517b89f2728c19310e08ce33b1","name":"CienciaContemplativa","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g","caption":"CienciaContemplativa"},"url":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/author\/cienciacontemplativa\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8303","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8303"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8303\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8303"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8303"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciacontemplativa.org\/icc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8303"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}